fanzine Tertuliando (On-line)

Este "blog" é a versão "on-line" da fanzine "Tertuliando", publicada pela Casa Comum das Tertúlias. Aqui serão publicados: artigos de opinião, as conclusões/reflexões das nossas actividades: tertúlias, exposições, concertos, declamação de poesia, comunidades de leitores, cursos livres, apresentação de livros, de revistas, de fanzines... Fundador e Director: Luís Norberto Lourenço. Local: Castelo Branco. Desde 5 de Outubro de 2005. ISSN: 1646-7922 (versão impressa)

segunda-feira, agosto 27, 2012

La Tertulia Rona Dalba de Salamanca recibe la presentación del libro "Manifestos contra o medo: Antologia de uma intervenção cívica"


Tertúlia 

Apresentação do livro: 
de Luís Norberto Lourenço, 
prefácio de Luís Raposo
(Castelo Branco: Casa Comum das Tertúlias, 2011)

Moderador: Luis Gutiérrez Barrio

Apresentado por: 
José António Córdon Garcia 
(Profesor Titular de Universidad de Salamanca, Facultad de Traducción y Documentación)
Pedro Miguel Salvado 
(Historiador; Câmara Municipal do Fundão, Portugal)

Hotel Rona Dalba, Salamanca (Espanha), 
4 de Setembro de 2012, 17h (hora local)



Luís Norberto Fidalgo da Silva Trindade Lourenço nacio en Castelo Branco en 1973. Licenciado en História: ramo científico (1995-1999), Universidad Lusíada de Lisboa. Porgrado en Educação e Organização de Bibliotecas (2011), Instituto Politécnico da Guarda. Funda en el 5 de Octubre de 2001 la Casa Comum das Tertúlias. En 2005 funda la “Tertuliando – Fanzine da Casa Comum das Tertúlias”, publicación de que és Director.

Pedro Miguel Neto dos Santos Forte Salvado. Nacio en Lisboa. En 1970, viene a residir para Castelo Branco, tierra de su Padre. És Licenciado en História, con variante en História del Arte, pela Universidade de Coimbra e Mestre em Literatura e Cultura Portuguesas -Culturas Regionais por la Universidade Nova de Lisboa con la tesis Cooperação Transfronteiriça na Raia do Concelho de Idanha-a-Nova: Beijo de Janus-Tempos e Espaços. Diplomado en ‘Estudios Superiores’ e en ‘Estudios Avanzados’ por la Universidad de Salamanca (USAL) concluió los cursos de doctorado en las áreas da Antropologia y de la História actualmente desarolla su tesis doctoral sobre procesos de patrimonialización de la cultura regional. Entre 1989 y 2001 exercio ocência en el ensino secundário y superior, público y privado, nomeadamente en el pólo de Castelo Branco da Universidade Lusófona-Instituto Superior de Humanidades e Tecnologias, y Instituto Superior de Matemática e Gestão y en la Escola Superior de Artes Aplicadas del Instituto Politécnico de Castelo Branco. Recibio en 1996 los prémios de história e investigação António Rodrigues Cardoso y el Prémio monografia de la Sociedade Histórica de Independência de Portugal por el estudio, realizado en colaboración con Maria Adelaide Neto Salvado, Rei Wamba Espaço e Memória. Coimbra, A Mar Arte, 1995. Organizo con Joaquim Duarte, Fernando Paulouro y José Santolaya, en 1983, para el Jornal do Fundão el primero suplemento de un periódico português dedicado à la cooperação transfronteiriza entre la región española de Castilla y León y la a portuguesa Beira Interior. Enquanto técnico superior y colaborador del ayuntamineto de Fundão ha echo parte de las equipas de activación de equipamientos y de iniciativas culturales de referência como la “Moagem - Casa do engenho e das artes” (Fundão), el “Centro de interpretação da moagem do centeio” (Fundão), la “Casa do Bombo” en Lavacolhos, el “Lugar da Música” en Aldeia Nova do Cabo, el “Festival do Vento” de la aldea histórica de Castelo Novo o el Palácio del Picadeiro de Alpedrinha, entre otros. Integra el grupo de trabajo de implementación de la Agenda Gardunha 21. És colaborador del mestrado em Política Cultural Autárquica da Universidad de Coimbra y del Doctorado de Antropologia Cultural da Universidad de Salamanca.

José Antonio Cordón García es profesor titular de la Universidad de Salamanca desde el año 1987. Su docencia e investigación se ha dedicado al estudio de las Fuentes de Información, la Historia del Libro y la industria Editorial. Materias en las que ha publicado numerosas monografías y artículos científicos en revistas nacionales e internacionales. Ha sido director del Master de Edición de la Universidad de Salamanca desde el año 1999 al año 2011, en sus versiones presencial y on line, y director del Master Executive en dirección Editorial de la Universidad de Salamanca y la Universidad de Ciencias Aplicadas de Perú. Es miembro del Consejo Ejecutivo del Instituto de Historia del Libro y de la Lectura, y del Instituto de Estudios de Historia de la Ciencia y de la Tecnología de la Universidad de Salamanca. Es director del Grupo de Investigación Reconocido (GIR)  E-LECTRA: Edición y Lectura Electrónica, Transferencia y Recuperación Automatizada de la Información. Representante de la Universidad de Salamanca en la Red de Universidades Lectoras y en el Proyecto de la Fundación Germán Sánchez Ruipérez Territorio Ebook, del que es asesor. Dirige la revista Pliegos de Yuste: revista de ciencia, pensamiento y cultura europeos (www.pliegosdeyuste.eu). Miembro de los consejos científicos de las revistas Sintagma, Hermeneus, Memoire du Livre , Alabe, y Ciencias de la Información, entre otras.

Organização: Tertulia Rona Dalba
Colaboração: Casa Comum das Tertúlias
Apoio: Hotel Rona Dalba 

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segunda-feira, julho 16, 2012

A propósito do livro “ Manifestos Contra o Medo”

Luís Norberto Lourenço (autor do livro), José Carlos Casaquinha (apresentador do livro) 
e Luís Miguel Ensinas Nunes (Director Biblioteca Municipal de Portalegre).



A Escrita como Processo de Transformação do Real*

[a propósito do livro “ Manifestos Contra o Medo”]

Biblioteca Municipal de Portalegre

Falar de um livro é, desde logo, falar do universo do autor: da sua realização social, do reconhecimento que conquistou ou não, da sua atividade socioprofissional; é refletir sobre o seu universo socio-afetivo, sobre a forma como foi narcisado, sobre os interesses, opções, motivações, sobre as paixões, as amizades, os desencantos.

É todo este percurso de aprendizagem, de vida, extraordinariamente pedagógico e único, que gera em cada um de nós, uma sensibilidade peculiar, uma certa forma de captar o nosso real e interagir sobre ele numa perspetiva de influenciar, de transformar, de reparar: um processo que é único em cada um de nós e que nos torna, também seres humanos únicos.

O processo criativo – seja a literatura ou outros - constitui uma forma, de o criador analisar a sua realidade, uma forma de ele próprio se encontrar, se arrumar, se ajustar. Quer dizer: ao construir para o exterior, para ser lido, visto, ouvido, o criador plasma na obra a captura que faz da realidade e, neste processo, está também a analisar-se, a recompor-se, a reparar alguma coisa que existe dentro de si, como se enclausurasse no livro o seu sentir, os seus anseios, os seus medos.

Nesta perspectiva, o processo de escrita faz parte da oficina que temos em cada um de nós e que serve para pensarmos refletirmos, transformarmos o nosso real e, nessa transformação, transformarmo-nos a nós próprios num sistema adaptativo permanente à dinâmica da vida. O tempo de escrever, é um tempo solitário, de evocação, de idealização, de libertação: cada palavra, frase, cada texto, constitui um partejar de meditações, fantasias, sonhos ou desencantos, frustrações, angústias. Escrever é dar um grito, é uma forma de exorcizar e projetar o nosso desassossego.

O livro “Manifestos Contra o Medo – Antologia de uma intervenção cívica”, do Dr. Luis Norberto Lourenço, devolve-nos a sociedade em que vivemos, em toda a sua complexidade: produzido por uma mente extraordinariamente rica, inquieta e interventiva, “Manifestos Contra o Medo” envolve-nos em temas tão diversificados como medicina, violência, nazismo; bibliotecas públicas, aborto, judeus; jornalismo, racismo, reforma agrária; amor, política, direitos humanos.

Em toda esta complexidade o autor fala-nos da sociedade que temos vindo a construir, devolvendo-a à nossa análise, inquietando-nos com ela mas, mais: desafiando-nos a resistir, a agir, desafiando-nos a construir um mundo melhor.

Socorrendo-se de um processo panfletário na construção da narrativa (aliás, também usado por Eça de Queiroz na critica mordaz à sociedade do seu tempo), o autor propõe-nos um olhar tomográfico sobre a sociedade, descortinando, em vários planos, aspetos marcantes do nosso real social: uma realidade que nos limitamos a viver, de forma leviana, acrítica, adormecida.

Num labor militante e analítico de produção literária ao ritmo das ocorrências da vida social, o escritor convida-nos a uma vivência mais atenta, refletida, interventiva, desafiando-nos a tomar partido nas realidades que ocorrem no nosso dia-a-dia. Tomar partido, sem medo, intervindo de forma organizada, numa dimensão democrática: individual, grupal, social, até influenciar positivamente, os acontecimentos da nossa sociedade. Ao longo do livro vamos recordando temas que incendiaram as páginas de jornais, abordando-os agora à luz do pensar esclarecido, vigilante, crítico e livre de Luis Norberto Lourenço.

Mas, o que descreve o livro? De que se ocupa? Do nosso real social: da complexidade das dinâmicas sociais: do amor, do aborto, dos direitos humanos; do 25 de Abril, das elites, do fim do ensino público; da política cultural, da abertura das bibliotecas ao fim de semana, (como em Espanha), da democracia; da ética, dos juízes, dos comboios da Beira Interior; do racismo, da medicina, de Aristides de Sousa Mendes; da Constituição, da abolição dos partidos, do valor da cooperação.

98 artigos: uma intervenção crítica notável na qual o autor nos devolve, de forma inconformista e consequente, o retrato inquieto da sociedade que temos vindo a criar, uma sociedade que necessita de ser consertada. 98 artigos: uma intervenção crítica notável que nos deixa, do princípio ao fim, num dedilhar curioso e ávido de páginas.

14/07/12
*Por: Carlos Casaquinha 

Vista parcial dos tertulianos presentes.

Foto ilustrativa do empenho promocional do livro da Biblioteca Municipal de Portalegre.

Nota editorial:
A Casa Comum das Tertúlias organizou uma tertúlia na Biblioteca Municipal de Portalegre, no dia 14 de Julho de 2012, pelas 21h 30 (que entrou pela noite dentro... até à 1h), para mais uma (a 4.ª, depois de Castelo Branco, Algés e Caldas da Rainha) apresentação do livro "Manifestos contra o medo: antologia de uma intervenção cívica", de Luís Norberto Lourenço e prefaciada por Luís Raposo (Director do Museu Nacional de Arqueologia), inserindo-se esta obra na colecção "Rosa Sinistra", sendo o número inicial da mesma. A apresentação do livro contou com a presença do autor e esteve a cargo do enfermeiro José Carlos Casaquinha, o qual fundou com o autor a iniciativa cívica e cultural "Espaço Tertúlia", em Portalegre, em 2002. Conta o evento com o apoio da Câmara Municipal de Portalegre e da Biblioteca Municipal de Portalegre. A CCT e o autor agredecem a todos os elementos da BMP que aguentaram estoicamente até à 1h! O cartaz e o convite deste evento foram elaborados por Hugo Domingues. 


O texto aqui publicado é aquele lido pelo Carlos Casaquinha na apresentação.

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sábado, outubro 09, 2010

Luís Norberto Lourenço publica documento para o estudo da República em Penamacor, editado pela Casa Comum das Tertúlias

TERTÚLIA

Apresentação do Livro

"Auto de arrolamento dos bens existentes na egreja matriz da freguesia de Penamacor, concelho do mesmo, distrito de Castello Branco, realisado no dia 6 de Julho de 1911"

apresentação, transcrição e notas

por Luís Norberto Lourenço

Edição: Casa Comum das Tertúlias

Colecção: "Papéis de sexta", 2

Apresentação do livro por: 

Dr. Pedro Miguel Salvado
Dr. Manuel Lopes Marcelo

na Casa do Arco do Bispo

em Castelo Branco (PORTUGAL)

a 16 de Outubro de 2010 (sábado)

pelas 21h 30m

Organização: Casa Comum das Tertúlias

Primeira página no documento que estudámos...

Iniciativa comemorativa do Centenário da República

e do 9.º aniversário da Casa Comum das Tertúlias

O evento...

A apresentação será feita em formato de tertúlia, como é hábito, o mais informalmente possível.
A obra...
Na sequência da "Lei da Separação", de 1911, fez-se um inventário do património religioso, este "Auto de arrolamento dos bens existentes na egreja matriz da freguesia de Penamacor, concelho do mesmo, distrito de Castello Branco, realisado no dia 6 de Julho de 1911" é um dos documentos então elaborados, deste documento agora publicado e transcrito fez-se um breve estudo, no entanto o mais importante é dá-lo a conhecer, principalmente no contexto das comemorações republicanas. 
Sobre o autor:
Luís Norberto Fidalgo da Silva Trindade Lourenço, nasceu em Castelo Branco, a 27 de Agosto de 1973, Licenciado em História: ramo científico, tem o Curso de Formação de Formadores, docente, tem colaboração em várias publicações, com artigos, nomeadamente, na revista "Raia", revista "La Tertulia" (Salamanca), "A Página da Educação", "Público", "Reconquista", "Gazeta do Interior", "Povo da Beira", "Jornal do Fundão", "Diário XXI", "Notícias da Covilhã", "O Interior", "Jornal do Centro", "Diário Regional de Viseu", diário "As Beiras"... tem dedicado o seu tempo livre, quase em exclusivo, nos últimos 9 anos, à dinamização das actividades da Casa Comum das Tertúlias, a 5 de Outubro de 2005 fundou, edita e é Director da "Tertuliando - Fanzine da Casa Comum das Tertúlias". Em Abril de 2009 lança a segunda iniciativa editorial da CCT, a colecção "Papéis da sexta".

CV breve dos apresentadores:
Manuel Lopes Marcelo, nasceu em 1949 em Aranhas (Penamacor), é Economista de formação, assina a sua poesia como Martins Marcelo. Leccionou no Ensino Secundário e foi Professor Adjunto Convidado do IPCB, poeta, autor de vários livros de poesia, peças de teatro e na área das finanças. Foi Director Regional do IFADAP na Beira Interior. Foi vereador da C. M. C. Branco, deputado da A. M. Castelo Branco e Presidente da Assembleia Municipal de Penamacor, eleiton pelo PS. Colabora com a Casa Comum das Tertúlias desde o início. Escreveu: Estudo Económico e Social do Distrito de CasteloBranco (1976); O Distrito de Castelo Branco na perspectiva do desenvolvimentoregional e reforço do Poder Local (1981); O Distrito de Castelo Branco -Análise das Finanças Locais (1989); Beira Interior - Uma região viável (1983); Beira Baixa - A memória e o olhar (1993); Moinhos da Baságueda: Comunidadesrurais. Saberes e afectos (1999); coord. Aranhas: Ontem e Hoje (1986); coord.1º Centenário do Clube de Castelo Branco: Castelo Branco: Dois Séculos deHistória (2004); coord. Cadernos Temáticos "A nossa terra e a nossa gente", I: O Ciclo da Pecuária (2002); coord. Beira Baixa, que futuro? - Reflexão estratégica com enfoque territorial empresarial (2004); Viagem de um pescador,uma gaivota mãe e duas gaivotas filhas (1982), Unidos como uma árvore (1983),Criminoso ou vítima (1983), O Último Príncipe (1983), participou na colectânea Vozes Novas na Praça Velha (1985), Marés de Emoção (1989), Manifesto contra amorte dos poetas (1991) e participou na colectânea Escritas de Penamacor: Antologia de textos literários (2004). Fundou a Galeria Rural Arte, um grupo de teatro amador e está ligado à fundação do Grupo de Teatro "Váatão", de Castelo Branco. Membro dos órgãos sociais de: Clube de Castelo Branco, Sport Benfica e Castelo Branco, Gr. de Teatro Váatão (C. Branco), Liga dos Amigos das Aranhas, Sociedade dos Amigos do Museu de Francisco Tavares Proença Júnior (C. Branco), Núcleo de Castelo Branco da Associação 25 de Abril e muitas mais. Sócio de inúmeras colectividades. Entre outras publicações, é colunista habitual do jornal semanário "Gazeta do Inteiror" de Castelo Branco e do "Notícias da Covilhã".

Pedro Miguel Salvado, Licenciado História de Arte, Mestre em Museologia, Investigador, foi Professor do Ensino Secundário, no ISMAG e na ESART do IPCB, autor de vários livros: "Elementos para a cronologia e para a bibliografia de Idanha-a- Velha (1988)", publicou com Maria Adelaide Salvado, "Rei Wamba: espaço e memória" (1995), colabora na revista "Estudos de Castelo Branco", na "Revista Portuguesa de Arqueologia", nos "Cadernos de Cultura de Hist. Medicina da B. Interior da Pré-história ao Séc. XXI", na revista "Solstício", publicou na revista "Raia", desde muito cedo ligado a organização de vários eventos culturais, coordenou "Palavras partindo-se: colectânea de poesia sobre Castelo Branco", antologiador, coordenou com Juan Gonper "Vento – Sombra de Vozes / Viento – Sombra de Vocês" (2004), com Alfredo Pérez Alencart "Os rumos do vento/Los rumbos del viento" (2005) e "Palavras de vento e de pedra" (2006). É tertuliano da Casa Comum das Tertúlias.

Mais:
http://culturavibra.org/pluridisciplinar/?id=107&page=1  
Resumo das nossas iniciativas:
http://casacomumdastertulias.blogspot.com/2010/10/nove-anos-de-casa-comum-das-tertulias.html
 
Sobre a Casa Comum das Tertúlias:
http://fanzinetertuliando.blogspot.com  
http://casacomumdastertulias.blogspot.com  
http://republicalaica.blogspot.com  
http://casacomumdastertulias5out2001.planetaclix.pt  

Mais dois projectos da CCT:
http://sirgocadernodeletraseartes1.blogspot.com  
http://folhas-de-poesia.blogspot.com  
Mais:
http://www.facebook.com/people/Luis-Norberto-Lourenco/100000090744871  
http://twitter.com/luisnlourenco  

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terça-feira, fevereiro 03, 2009

Iniciativa tertuliana sobre sonhos é notícia

Transcrevemos integralmente a notícia publicada no sítio
http://www.pnetliteratura.pt:


História: Como se sonha hoje e como sonhavam os antigos egípcios - palestra


03-02-2009 11:06:55

Lisboa, 03 Fev (Lusa) - A interpretação actual dos sonhos e como a faziam os antigos egípcios, que a tornavam num mecanismo de poder, é o tema com que a Casa Comum das Tertúlias retoma as suas iniciativas, sábado, em Castelo Branco.

Luís Norberto Lourenço, director do Tertuliando, fanzine da Casa Comum das Tertúlias, modera o debate que se realiza pelas 16:00 no Hotel Rainha D. Amélia, e que reúne o psicólogo clínico João Balrôa e o historiador António Almeida.

Em declarações à Lusa, Luís Lourenço afirmou que com este debate "se pretende relançar as tertúlias e outras iniciativas de forma sistemática, depois de uma paragem de cerca de um ano".

A Casa Comum das Tertúlias realizou já cerca de 140 tertúlias, segundo dados de Luís Lourenço, não só em Castelo Branco, como em Vila Velha de Ródão, Penamacor e Portalegre.

A proposta do debate de sábado, explicou Lourenço, é "saber como hoje nós interpretamos os sonhos e ter o contraponto com uma das antigas civilizações, a egípcia".

O historiador António Almeida afirmou que "os egípcios davam grande importância à interpretação dos sonhos, havendo quem os 'provocasse' para ter resposta às suas preocupações".

Segundo o historiador, os antigos egípcios pediam aos deuses para que, através dos sonhos, descortinassem a solução para o seu problema. Desta forma "afirma-se que provocam ou induzem o sonho, pois acreditam que o que sonharem será por intervenção divina e uma resposta às suas inquietações".

"A interpretação dos sonhos desempenhava um papel de tal forma importante que havia sacerdotes especializados nessa tarefa, e quem conquistasse importantes postos, designadamente junto do faraó, por ter essa função", explicou.

O historiador referiu por exemplo o episódio bíblico de José do Egipto que através da interpretação de um sonho preveniu o Faraó de que iria existir um período de deficitário em cerais, levando a que o soberano ordenasse o armazenamento nos celeiros régios em tempos de abundância, para evitar fomes nos maus anos agrícolas que viriam.

António Almeida, licenciado em História, tem apresentado várias conferências sobre o quotidiano das civilizações pré-clássicas (Mesopotâmia, Assíria e Egipto).

João Balrôa é licenciado em Psicologia, na área clínica, tem desenvolvido a sua actividade nas áreas de formação e de consulta, é coordenador da Comunidade Terapêutica Reencontro, entre outras actividades. Tem publicado com regularidade em revistas da especialidade.

NL.

Lusa/Fim

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quarta-feira, junho 04, 2008

A decisão de criar uma tertúlia nasceu aqui... numa tertúlia sobre agricultura biológica



Notícia publicada no dia 20 de Setembro de 2001, em "Gazeta do Interior", sobre uma tertúlia realizada a pretexto dum livro.
Depois da tertúlia sobre o anarquismo outra iniciativa sobre outro tema, a agricultura biológica, ou se quiserem sobre agricultura selvagem.
Conhecemos através Eduardo Trindade a tradução francesa da publicação do japonês Masanobu Fukuoka, "A Revolução de Uma Palha: Uma Introdução à Agricultura Selvagem", cuja  tradução em português foi publicada pela Via Óptima.
O título era sugestivo e a temática intrigante: agricultura "selvagem".
Convidámos dois agricultores biológicos para abordar a temática do livro em tertúlia, Eduardo Trindade e Luís Coutinho.
Tertúlia agendada para um sábado à tarde, aconteceu a 8 de Setembro de 2001, no Bar Mordilho, em Castelo Branco.
A decisão de criar formalmente uma tertúlia nasceu aqui.
A reflexão pós-tertuliana, sobre a ideia de criar uma tertúlia formal, sobre a validade deste modelo de organização e de participação dos cidadãos, resultaria no apoio à sua criação.
Nem um mês depois, a 5 de Outubro de 2001, reunia no Clube de Castelo Branco, a "Tertúlia", para debater a qualidade da nossa República, comemorando a Implantação da República. Tertúlia que a 1 de Janeiro de 2004 passava a chamar-se "Casa Comum das Tertúlias".
Aos que resolveram seguir as nossa pisadas tertulianas apenas AGORA... alguns deles nossos críticos, só podemos dizer que a causa tertuliana é uma grande casa que acolhe todos os que vierem por bem... sem ironia! O nome "Casa Comum das Tertúlias" não é por acaso.

NOTA:
Voltaremos ao assunto, ainda sobre esta iniciativa.

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A tertúlia antes da tertúlia com o Anarquismo em debate



Notícia publicada no jornal "Gazeta do Interior" a 12 de Julho de 2001, documenta uma tertúlia realizada ainda antes da criação da Casa Comum das Tertúlias, fundada a 5 de Outubro de 2001 (com o nome de "Tertúlia", a CCT surgiria da fusão desta com a "Tertúlia Itinerante", contando com a experiência do "Espaço Tertúlia" de que fomos co-organizadores e da "Tertúlia do Teatro de Portalegre"), em Castelo Branco, a ideia de criar formalmente uma tertúlia já andava por aqui, era no entanto ainda uma ideia vaga, a decisão de avançar foi tomada depois do balanço positivo que se fez de outra iniciativa tertuliana que a seguir relembramos.
A tertúlia aqui divulgada serviu para apresentar a revista anarquista "Utopia", seu n.º 11/12, como convidado o docente, sindicalista, anarquista e colaborador da revista, o nosso amigo e colega José Manuel Janela. Foi por incentivo dele que tomámos lugar na "Tertúlia do Teatro de Portalegre".
A tertúlia serviu ainda para o debate sobre "Anarquia e Democracia", sobre as convergências e as divergências entre as duas ideias e consequentes práticas políticas.
Luís Norberto Lourenço, eu próprio, na organização duma tertúlia marcada para a Casa do Arco do Bispo em Castelo Branco realizada a 6 de Julho de 2001 e que reuniu 17 tertulianos.

Agora as tertúlias pupulam por aí, "esartianas", mais "jovens" ou menos jovens, mais subsidiadas ou menos subsidiadias, mais alto-patrocínio ou menos alto-patrocínio, mais sustentadas pelo poder, menos sustentadas pelo poder, mais jantar menos jantar (que não é propriamente de borla, nem para todas as bolsas... e o que é que isso interessa, claro), com reuniões a horas menos próprias à tarde, em dias úteis, nalguns casos...
Aquilo que era "umas tertúlias...", "coisa de somenos importância, enfim!", "uma perda de tempo", "anda a promover-se...", aquilo que tantas mentes... que nunca participaram em nenhuma, note-se, falavam e falam do que nunca assistiram, mas ouviram falar, leram sobre... dizia eu, aquilo que tanto criticavam é a agora a moda, é agora "o modelo" organizativo por excelência escolhido, por instituições, associações e grupos mais ou menos informais!
Tem uma certa graça, não é verdade!?
Razão antes do tempo? Uma boa ideia que ajudamos a semear e que cresce? É pena que algumas não sejam tertúlias e mais pareçam colóquios, encontros, conferências... certamente o "espírito de tertúlia" não está presente, um espaço aberto a todos, reuniões a horas que a maior parte dos cidadãos podem participar, sem jantaradas que muitos não querem nem podem pagar, variadas temáticas (não tem que ser a regra, uma iniciativa tertuliana pode ser temática, há as do fado, as taurinas, as desportivas, as poéticas, as literárias...), a promoção da cidadania... e não fazer fretes a ninguém, com uma agenda própria, entenda-se!

 
Luís Norberto Lourenço

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terça-feira, outubro 23, 2007

Jornada tertuliana em "El Adelanto de Salamanca"

JORNADA TERTULIANA
HISPANO-PORTUGUESA,
SALAMANCA, 20 DE OUTUBRO DE 2007

Um jornada fraternal...
No cumprimento do programa, iniciaram-se as jornadas pelas 11,30 h com uma visita guiada pelo centro da cidade de Salamanca, oferecida pela Câmara Oficial de Comércio e Industria de Salamanca, com saída do Ateneo de Salamanca, passagem pela Plaza Mayor, Catedral de Salamanca, Casa das Conchas e finalizando com às 13 h, dando lugar à recepção na Câmara Oficial de Comércio e Industria de Salamanca (uma das fotos), depois de almoço deu-se início às 17 h a Tertúlia de Homenagem a Miguel Torga (recorte de imprensa da direita) no Hotel Silken Rona Dalba de Salamanca local habitual de reunião da Tertulia Rona Dalba, contando com a presença dos convidados: o investigador Pedro Miguel Salvado, do poeta Luis Frayle Delgado, do “rapsoda” José María Sánchez Terrones e do poeta Martins Marcelo. Seguiu-se a apresentação do livro de poesia "Os Anjos deixaram por aqui cair as Asas" de Vasco Câmara Pestana, editado pela Câmara Municipal de Castelo de Vide. O livro foi apresentado pelo próprio autor e no seu seguimento falou o poeta Carlos Baptista, lendo alguns poemas. A tertúlia foi moderada pelo anfitrião Luis Gutiérrez Barrio (Presidente de La Tertulia Rona Dalba) e por Luís Norberto Lourenço (Fundador da Casa Comum das Tertúlias). Palavras de abertura de Augusto Pimenta, Cônsul de Portugal em Salamanca, seguida de Isabel Bernardo, "Consejala de la Cultura del Ayuntamiento de Salamanca" (Vereadora da Cultura de Câmara Municipal de Salamanca). Durante a tertúlia foram distribuídos exemplares por todos os tertulianos do n.º 8 de "Tertuliando - Fanzine da Casa Comum das Tertúlias", ao mesmo tempo que recebiamos o n.º 10 da revista "La Tertulia Rona Dalba". Pelas 19,30 h procedeu-se à inauguração da exposição de pintura “Mulheres da Beira: Resistências de granito e doçura de mel e rosmaninho” da artista portuguesa Gabriela Simões, a qual decorrerá de 20 de Outubro a 14 de Novembro de 2007 no Ateneo de Salamanca, instituição Salamantina a cumprir os seus 50 anos, depois teve lugar pelas 20,30 h no Salón de Actos do Ateneo de Salamanca. O concerto do “Quarteto de Guitarras Aeminium” que cantou fados de Coimbra e baladas de José Afonso, foi do agrado da assistência apesar das diferenças linguísticas. No intervalodo concerto houve lugar à leitura de poemas de Miguel Torga pela “rapsoda” María Ángeles Guerrero. Terminou a jornada pelas 22,15 h num Jantar de confraternização na Hospedería Fonseca que contou com 40 tertulianos, dezanove dos quais portugueses.

Organização:
Tertulia Rona Dalba (Salamanca)
Luís Gutiérrez Barrio (Org.)
Casa Comum das Tertúlias
Luís Norberto Lourenço (Org.)
Ateneo de Salamanca
Apoio:
Câmara Municipal de Castelo Branco
Junta de Freguesia de Castelo Branco
Cámara de Comercio de Salamanca
Hotel Rona DalbaCaja Duero

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segunda-feira, outubro 22, 2007

Tertúlia de Homenagem a Miguel Torga em Salamanca

(da esq. para a dir. : Vasco Câmara Pestana, Pedro Miguel Salvado, Manuel Lopes Marcelo, Luis Frayle Delgado, Luis Gutiérrez Barrio, Luís Norberto Lourenço, José María Sánchez Terrones. Ainda na mesa, não se vendo nesta fotografia: Isabel Bernardo e Augusto Pimenta)

JORNADA TERTULIANA HISPANO-PORTUGUESA
em Salamanca a 20 de Outubro de 2007.

Apresentamos fotografia parcial da mesa da Tertúlia de Homenagem a Miguel Torga, no Hotel Rona Dalba de Salamanca, sede da Tertulia Rona Dalba, organizadora do evento em conjunto com a Casa Comum das Tertúlias e com o Ateneo de Salamanca. Trinta e cinco tertulianos, incluindo-se ainda Carlos Baptista, um dos convidados, o qual se encontrava nesta mesa e Gabriela Simões, a pintora convidada das jornadas.
Pode ler mais na "Tertuliando - Fanzine da Casa Comum das Tertúlias", n.º 9.

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segunda-feira, outubro 08, 2007

JORNADA TERTULIANA HISPANO-PORTUGUESA

JORNADA TERTULIANA HISPANO-PORTUGUESA
20 DE OUTUBRO DE 2007
SALAMANCA
Uma jornada ibérica, sem iberismos nem discursos ocos, alicerçada numa fraternal amizade, numa total comunhão: na defesa dos valores democráticos, no exercício duma cidadania plena e na divulgação da cultura, com partilha de experiências, troca de ideias e um debate frontal, numa sã convivência ibérica, sempre com respeito mútuo. Esta quinta iniciativa conjunta (depois de CiudadRodrigo, Castelo Branco, Penamacor e Salamanca), numa história que começou em 2004, pretende, também, consolidar, esta relação tertuliana, ao mesmo tempo que se divulga a Cultura Portuguesa em Espanha.
PROGRAMA:
11,30 h - Visita guiada pela cidade de Salamanca
13,00 h – Recepção na Cámara de Comercio de Salamanca (Plaza de los Sexmeros, 2)
17,00 h – Hotel Rona Dalba(Plaza de San Juan Bautista, 12)
Tertúlia de homenagem a Miguel Torga
Augusto Pimenta, Cônsul de Portugal em Salamanca, inaugurará a Jornada
· Apresentação de fanzine “Cadernos Ultra-Periféricos” (n.º 8)
Participam: Vasco Câmara Pestana (editor), Carlos Batista (poeta), LopesMarcelo, Pedro Salvado, Luis Frayle Delgado e José María Sánchez Terrones
Apresentado por:
Luís Norberto Lourenço (Fundador da Casa Comum das Tertúlias)Luis Gutiérrez Barrio (Presidente de La Tertulia Rona Dalba)
19,30 h – Ateneo de Salamanca(C/ Zamora, 64)
· Inauguração da exposição de pintura de Gabriela Simões“Mulheres da Beira: Resistências de granito e doçura de mel e rosmaninho” De 20 de Outubro a 14 de Novembro de 2007
20,30 h – Salón de Actos do Ateneo de Salamanca
· Concerto do “Quarteto Aeminium” (Fados de Coimbra e baladas de José Afonso)
· Leitura de poemas de Miguel Torga por María Ángeles Guerrero
ENTRADA LIVRE
22,15 h – Jantar de confraternização na Hospedería Fonseca

A Casa Comum das Tertúlias, fundada a 5 de Outubro de 2001, em Castelo Branco,pugna pela dinamização cultural, por uma Cultura de qualidade, por umaDemocracia não meramente formal, por uma Cidadania activa e pelo desenvolvimentodo nosso Interior.Fazem parte do nosso roteiro tertuliano: Castelo Branco, Cidade Rodrigo,Mangualde, Marvão, Nisa, Penamacor, Portalegre, Porto, Proença-a-Nova, Sátão,Vila Nova de Paiva, Vila Velha de Ródão, Salamanca, Seia, Setúbal…
Editamos “Tertuliando – Fanzine da Casa Comum das Tertúlias”, desde 5 de Outubrode 2005. Oito números editados até hoje.

Organização:
Tertulia Rona Dalba (Salamanca)
Luís Gutiérrez Barrio (Org.)
Sítio: http://mitertulia.com/
E-mail: luguba@ono.com
Casa Comum das Tertúlias
Luís Norberto Lourenço (Org.)
Blog: http://casacomumdastertulias.blogspot.com/
E-mail: luis.lourenco@portugalmail.pt
Ateneo de Salamanca
http://www.nodo50.org/ateneosalamanca

Apoio:
Câmara Municipal de Castelo Branco, Junta de Freguesia de Castelo Branco, Cámara de Comercio de Salamanca, Hotel Rona Dalba, Caja Duero

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terça-feira, setembro 18, 2007

Conclusões da tertúlia sobre a energia nuclear, entre outras.

A fotografia aqui publicada foi cedida pela Dra. Cristina Granada.
Realizou-se no sábado passado, 15 de Setembro de 2007, das 15h 15m até às 18h 15m, mais um evento (o seu 133.º) organizado pela Casa Comum das Tertúlias (CCT).
A comunidade tertúliana reuniu-se na sala polivalente do novo edifício da Biblioteca Municipal Dr. Jaime Lopes Dias de Castelo Branco, para a tertúlia "A Energia Nuclear: problema ou solução viável?", tendo como convidados: o Engº António Manuel Jardim (Engenheiro Nuclear) e o Dr. Jorge Seguro Sanches (Deputado; membro da Comissão Eventual para o Acompanhamento das Questões Energéticas (CGP)) e como Moderador: Luís Norberto Lourenço (Casa Comum das Tertúlias).
Vinte e três participantes, número tanto mais significativo se se tiver em conta que os três semanário da cidade albicastrense ignoraram totalmente a iniciativa, em matéria de divulgação. Pasme-se... um jornal covilhanense quebrou o silêncio, o "Notícias da Covilhã"!
Apesar disto a iniciativa foi coberta por uma jornalista da "Gazeta do Interior".
Mais fotografias e o texto integral da comunicação do Eng.º António Jardim na edição de Novembro de "Tertuliando - Fanzine da Casa Comum das Tertúlias".

Agradecimentos:
Biblioteca Municipal Dr. Jaime Lopes Dias de Castelo Branco
Câmara Municipal de Castelo Branco
Restaurante Zé dos Cachopos
Amato Lusitano - Assoçiação de Desenvolvimento
Ricardo
Eng.º António Zuzarte
Dr. Nuno Silva

Apoios:
Restaurante Zé dos Cachopos
Amato Lusitano - Assoçiação de Desenvolvimento.

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terça-feira, setembro 11, 2007

Energia nuclear, tema da próxima tertúlia

Tertúlia: A Energia Nuclear: problema ou solução viável
Convidados:
  • Engº António Manuel Jardim (Engenheiro Nuclear)
  • Dr. Jorge Seguro Sanches (Deputado; membro da Comissão Eventual para oAcompanhamento das Questões Energéticas (CGP))
Moderador:
Luís Norberto Lourenço (Casa Comum das Tertúlias)
Local: Biblioteca Municipal de Castelo Branco (sala polivalente)
Data: 15 de Setembro de 2007
Hora: 15h
A Casa Comum das Tertúlias debate um tema actual e decisivo, sobre o qual importa fazer um debate sério. Daí o convite a dois especialistas sobre o tema, um deles técnico e outro com responsabilidades políticas.A Energia Nuclear será uma ameaça ou um potencial enorme a não desperdiçar? As vantagens compensam as desvantagens? Vale a pena o risco?
Os nossos convidados:
António Manuel Ferreira da Silva Jardim, é Director e Procurador da empresa G.J. - Gestão Lda. Até Janeiro de 2005 foi Director da Central de Compostagem de Setúbal e dos Novos Projectos da AmarSul - Valorização e Tratamento de Resíduos Sólidos SA. - Análise do Plano Estratégico Nacional para os Resíduos Sólidos Urbanos - Representante da Empresa na Selagem e captação de biogás da célula B do Aterro Sanitário do Seixal. Idem para a construção da célula D do mesmo Aterro;» Desde Janeiro 1995 - Director da Divisão de Tratamento de Resíduos Sólidos Urbanos da KOCH de Portugal, Serviços de Engenharia e Comercialização Industrial, Lda. - Director da ETRSU de Setúbal. - Membro do “Management Comitee” para a Central de Valorização Orgânica de Lisboa da Valorsul (digestão anaeróbia).» Desde Março 1987: Neoser - Serviços de Gestão e Participações, S.A.- - Presidente do Conselho de Administração. De Setembro de 1968 a Dezembro de 1974: JUNTA DE ENERGIA NUCLEAR - Direcção Geral deCombustíveis e Reactores Nucleares Industriais. - Licenciado em Engenharia Mecânica pelo Instituto Superior Técnico (Curso 1967/68)» - Curso de Pós-Graduação em Engenharia Nuclear (Opção Termo-Hidráulica) no "Institut National de Science et Technique Nucleaire (Comissariat d'Energie Atomique - Saclay - Paris)" Co-autor do “ Manual de Divulgação sobre Compostagem “ para o INR. Detentor de patente na área do aproveitamento de resíduos florestais "FORNALHA PARA QUEIMA AUTOMÁTICA DE PRODUTOS FLORESTAIS". Com equipamento de patente própria realização e implementação de sete projectos para o Programa Valoren " PROJECTO DE AQUECIMENTO DE SALAS DE AULA" e "PROJECTO DE APROVEITAMENTO DE COMBUSTÍVEIS SÓLIDOS" no concelho de Alcácer do Sal, incluindo o aquecimento de cerca de 250 salas de aulas de escolas primárias. Candidato a Doutoramento em Engenharia do Ambiente no IST.
Jorge Filipe Teixeira Seguro Sanches, nasceu em Penamacor, em 1965. Licenciatura em Direito; Aprovado na parte escolar do Mestrado em Relações Internacionais. Mestrando em Relações Internacionais na Universidade Lusíada. Tema da Dissertação: Factores Económicos e Políticos na opção estratégica: Espanha e/ou Brasil? É Gestor e Jurista. Deputado na X Legislatura, eleito nas listas do PS pelo Círculo Eleitoral Castelo Branco; Director do Acção Socialista. Foi Director da Microsoft em Portugal; Assessor do Grupo Parlamentar do PS; Membro da Direcção do Instituto para a Gestão das Lojas do Cidadão; Chefe de Gabinete de Membros do Governo do XIII e XIV Governos Constitucionais; Inspector Superior Principal do Ministério das Obras Públicas, Transportes e Comunicações; Actualmente é Membro da Comissão Nacional deJurisdição do PS; Membro da Comissão Política do PS; Presidente da Mesa da Assembleia-Geral da Secção do PS de Penamacor. Comissões Parlamentares a que pertence: Comissão de Assuntos Europeus Comissão de Assuntos Económicos, Inovação e Desenvolvimento Regional, Comissão Eventual para o Acompanhamento das Questões Energéticas (CGP).
A Casa Comum das Tertúlias, fundada a 5 de Outubro de 2001, em Castelo Branco, pugna pela dinamização cultural, por uma Cultura de qualidade, por uma Democracia não meramente formal, por uma Cidadania activa e pelo desenvolvimento do nosso Interior.Fazem parte do nosso roteiro tertuliano: Castelo Branco, Cidade Rodrigo, Mangualde, Marvão, Nisa, Penamacor, Portalegre, Porto, Proença-a-Nova, Sátão, Vila Nova de Paiva, Vila Velha de Ródão, Salamanca, Seia, Setúbal…Editamos “Tertuliando – Fanzine da Casa Comum das Tertúlias”, desde 5 de Outubro de 2005. Saiu este mês o n.º 7, no entanto já editamos 8 números, contando com o n.º 0.
Organização:
Casa Comum das Tertúlias / Luís Norberto Lourenço
Apoio: Hotel Rainha D. Amélia e Restaurante Zé dos Cachopos

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