fanzine Tertuliando (On-line)

Este "blog" é a versão "on-line" da fanzine "Tertuliando", publicada pela Casa Comum das Tertúlias. Aqui serão publicados: artigos de opinião, as conclusões/reflexões das nossas actividades: tertúlias, exposições, concertos, declamação de poesia, comunidades de leitores, cursos livres, apresentação de livros, de revistas, de fanzines... Fundador e Director: Luís Norberto Lourenço. Local: Castelo Branco. Desde 5 de Outubro de 2005. ISSN: 1646-7922 (versão impressa)

quinta-feira, outubro 11, 2012

Manifestos contra o medo: antologia de uma intervenção cívica (Lecturas. Antología mínima)

Como tínhamos prometido, aqui vai, para vossa leitura "Manifestos contra o medo: antologia de uma intervenção cívica (Lecturas. Antología mínima)", a 2.ª edição, revista e aumentada e tal como a 1.ª também já está disponível, em formato pdf no SCRIBD (ver ligação directa para o documento).

Um grande bem-haja a todos os que tornaram possível mais esta edição da Casa Comum das Tertúlias (CCT).

Manifestos contra o medo: antologia de uma intervenção cívica (Lecturas. Antología mínima) [caderno]

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domingo, setembro 02, 2012

La Escritura como Proceso de Transformación del Real (A propósito del libro “Manifestos Contra o Medo”)*


[tradução do original português para espanhol por:
Luís Norberto Lourenço, Beatriz Mayor Serrano y Ana Luísa Esparza Molína]

           Hablar de un libro es, desde luego, hablar del universo del autor: de su realización social, del reconocimiento que conquistó o no, de su actividad socio-profesional; es reflexionar sobre su universo socio-afectivo, sobre la forma de cómo fue narcisado, sobre los intereses, opciones, motivaciones, sobre las pasiones, las amistades, los desencantos.
            Es todo este trayecto de aprendizaje, de vida, extraordinariamente pedagógico y único, que genera en cada uno de nosotros, una sensibilidad peculiar, una cierta forma de captar  nuestra realidad e interactuar en ella en una perspectiva de influenciar, de transformar, de reparar: un proceso que es único en cada uno de nosotros y que nos torna, también seres humanos únicos.
            El proceso creativo –sea de carácter literario o no– constituye una forma del creador de analizar su realidad, una forma muy particular de encontrarse, organizarse o de ajustarse. Quiere decir: al construir para el exterior, para ser leído, visto, escuchado. Así,  el creador plasma en la obra la captura que hace de la realidad y, en este proceso se encuentra inmerso en el análisis y la recomposición para reparar alguna cosa que existe dentro de sí, como si se enclaustrase en el libro de su sentir, sus ansiedades o sus miedos.
            En esta perspectiva, el proceso de escritura hace parte de la oficina que tenemos en cada uno de nosotros y que sirve para pensar, reflexionar, transformar nuestra realidad y, en esa transformación de nosotros mismos, la consideración de un sistema adaptativo permanente a la dinámica de la vida. El tiempo de escribir, es un tiempo solitario, de evocación, de idealización, de liberación: cada palabra, frase, cada texto, constituye un alumbramiento de meditaciones, fantasías, sueños o desencantos, frustraciones y angustias. Escribir es dar un grito, es una forma de exorcizar y proyectar nuestro desasosiego.
            El libro Manifestos Contra o Medo – Antologia de uma intervenção cívica, del Dr. Luis Norberto Lourenço, nos devuelve la sociedad en la cual vivimos, en toda su complejidad: producido por una mente extraordinariamente rica, inquieta y participativa, Manifestos Contra o Medo nos envuelve en temas tan diversificados como la medicina, la violencia, el nazismo; las bibliotecas públicas, el aborto, los judíos; el periodismo, el racismo, la reforma agraria; el amor, la política y los derechos humanos.
            En toda esta complejidad, el autor nos habla de la sociedad que hemos venido a construir incitándonos al análisis e inquietándonos con ella y aún más: desafiándonos a resistir, a actuar y a construir un mundo mejor.
            Socorriéndose de un proceso panfletario en la construcción de la narrativa (además, también usado por Eça de Queiroz en la crítica mordaz a la sociedad de su tiempo), el autor nos propone un mirada o tomografía de la sociedad, descortinando en varios planos, aspectos fundamentales de nuestra realidad social: una realidad que nos limitamos a vivir, de forma liviana, acrítica, adormecida.
            Gracias a una labor militante y analítica de producción literaria al ritmo de las ocurrencias de la vida social, el escritor nos invita a una vivencia más atenta, reflexiva y participativa para lograr el desafío de tomar partido en las realidades que aquejan cotidianamente a nuestra sociedad. Tomar partido sin miedo, participando de forma organizada, en una dimensión democrática: individual, grupal o social hasta influenciar positivamente, los acontecimientos de nuestra sociedad. A lo largo  del libro vamos recordando temas que incendiaran las páginas de los periódicos, abordados ahora a la luz del pensar esclarecido, vigilante, crítico y libre de Luis Norberto Lourenço.
            Pero, ¿qué describe el libro? ¿De qué se ocupa? De nuestra realidad social: de la complejidad de las dinámicas sociales,  del amor, del aborto, de los derechos humanos; del 25 de Abril, de las élites, del fin de la enseñanza pública; de la política cultural, de la abertura de las bibliotecas el fin de semana (como en España), de la democracia; de la ética, de los jueces, de los trenes de la Beira Interior; del racismo, de la medicina, de Aristides de Sousa Mendes; de la Constitución, de la abolición de los partidos, del  valor de la cooperación.
            98 artículos: una intervención crítica notable en la cual el autor nos devuelve, de forma inconformista y consecuente, el retrato inquieto de la sociedad que hemos venido construyendo, una sociedad que necesita ser concertada. 98 artículos: una intervención crítica notable que nos deja, del principio al fin, en un hojear curioso y ávido de páginas.

*Carlos Casaquinha
(Texto de la presentación del libro en Portalegre, 14/07/2012)


Nota editorial:
Esta terceira publicação, de quatro, realiza-se a pensar na apresentação do livro no próximo dia 4 em Salamanca, ver aqui detalhes.

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segunda-feira, julho 16, 2012

A propósito do livro “ Manifestos Contra o Medo”

Luís Norberto Lourenço (autor do livro), José Carlos Casaquinha (apresentador do livro) 
e Luís Miguel Ensinas Nunes (Director Biblioteca Municipal de Portalegre).



A Escrita como Processo de Transformação do Real*

[a propósito do livro “ Manifestos Contra o Medo”]

Biblioteca Municipal de Portalegre

Falar de um livro é, desde logo, falar do universo do autor: da sua realização social, do reconhecimento que conquistou ou não, da sua atividade socioprofissional; é refletir sobre o seu universo socio-afetivo, sobre a forma como foi narcisado, sobre os interesses, opções, motivações, sobre as paixões, as amizades, os desencantos.

É todo este percurso de aprendizagem, de vida, extraordinariamente pedagógico e único, que gera em cada um de nós, uma sensibilidade peculiar, uma certa forma de captar o nosso real e interagir sobre ele numa perspetiva de influenciar, de transformar, de reparar: um processo que é único em cada um de nós e que nos torna, também seres humanos únicos.

O processo criativo – seja a literatura ou outros - constitui uma forma, de o criador analisar a sua realidade, uma forma de ele próprio se encontrar, se arrumar, se ajustar. Quer dizer: ao construir para o exterior, para ser lido, visto, ouvido, o criador plasma na obra a captura que faz da realidade e, neste processo, está também a analisar-se, a recompor-se, a reparar alguma coisa que existe dentro de si, como se enclausurasse no livro o seu sentir, os seus anseios, os seus medos.

Nesta perspectiva, o processo de escrita faz parte da oficina que temos em cada um de nós e que serve para pensarmos refletirmos, transformarmos o nosso real e, nessa transformação, transformarmo-nos a nós próprios num sistema adaptativo permanente à dinâmica da vida. O tempo de escrever, é um tempo solitário, de evocação, de idealização, de libertação: cada palavra, frase, cada texto, constitui um partejar de meditações, fantasias, sonhos ou desencantos, frustrações, angústias. Escrever é dar um grito, é uma forma de exorcizar e projetar o nosso desassossego.

O livro “Manifestos Contra o Medo – Antologia de uma intervenção cívica”, do Dr. Luis Norberto Lourenço, devolve-nos a sociedade em que vivemos, em toda a sua complexidade: produzido por uma mente extraordinariamente rica, inquieta e interventiva, “Manifestos Contra o Medo” envolve-nos em temas tão diversificados como medicina, violência, nazismo; bibliotecas públicas, aborto, judeus; jornalismo, racismo, reforma agrária; amor, política, direitos humanos.

Em toda esta complexidade o autor fala-nos da sociedade que temos vindo a construir, devolvendo-a à nossa análise, inquietando-nos com ela mas, mais: desafiando-nos a resistir, a agir, desafiando-nos a construir um mundo melhor.

Socorrendo-se de um processo panfletário na construção da narrativa (aliás, também usado por Eça de Queiroz na critica mordaz à sociedade do seu tempo), o autor propõe-nos um olhar tomográfico sobre a sociedade, descortinando, em vários planos, aspetos marcantes do nosso real social: uma realidade que nos limitamos a viver, de forma leviana, acrítica, adormecida.

Num labor militante e analítico de produção literária ao ritmo das ocorrências da vida social, o escritor convida-nos a uma vivência mais atenta, refletida, interventiva, desafiando-nos a tomar partido nas realidades que ocorrem no nosso dia-a-dia. Tomar partido, sem medo, intervindo de forma organizada, numa dimensão democrática: individual, grupal, social, até influenciar positivamente, os acontecimentos da nossa sociedade. Ao longo do livro vamos recordando temas que incendiaram as páginas de jornais, abordando-os agora à luz do pensar esclarecido, vigilante, crítico e livre de Luis Norberto Lourenço.

Mas, o que descreve o livro? De que se ocupa? Do nosso real social: da complexidade das dinâmicas sociais: do amor, do aborto, dos direitos humanos; do 25 de Abril, das elites, do fim do ensino público; da política cultural, da abertura das bibliotecas ao fim de semana, (como em Espanha), da democracia; da ética, dos juízes, dos comboios da Beira Interior; do racismo, da medicina, de Aristides de Sousa Mendes; da Constituição, da abolição dos partidos, do valor da cooperação.

98 artigos: uma intervenção crítica notável na qual o autor nos devolve, de forma inconformista e consequente, o retrato inquieto da sociedade que temos vindo a criar, uma sociedade que necessita de ser consertada. 98 artigos: uma intervenção crítica notável que nos deixa, do princípio ao fim, num dedilhar curioso e ávido de páginas.

14/07/12
*Por: Carlos Casaquinha 

Vista parcial dos tertulianos presentes.

Foto ilustrativa do empenho promocional do livro da Biblioteca Municipal de Portalegre.

Nota editorial:
A Casa Comum das Tertúlias organizou uma tertúlia na Biblioteca Municipal de Portalegre, no dia 14 de Julho de 2012, pelas 21h 30 (que entrou pela noite dentro... até à 1h), para mais uma (a 4.ª, depois de Castelo Branco, Algés e Caldas da Rainha) apresentação do livro "Manifestos contra o medo: antologia de uma intervenção cívica", de Luís Norberto Lourenço e prefaciada por Luís Raposo (Director do Museu Nacional de Arqueologia), inserindo-se esta obra na colecção "Rosa Sinistra", sendo o número inicial da mesma. A apresentação do livro contou com a presença do autor e esteve a cargo do enfermeiro José Carlos Casaquinha, o qual fundou com o autor a iniciativa cívica e cultural "Espaço Tertúlia", em Portalegre, em 2002. Conta o evento com o apoio da Câmara Municipal de Portalegre e da Biblioteca Municipal de Portalegre. A CCT e o autor agredecem a todos os elementos da BMP que aguentaram estoicamente até à 1h! O cartaz e o convite deste evento foram elaborados por Hugo Domingues. 


O texto aqui publicado é aquele lido pelo Carlos Casaquinha na apresentação.

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sábado, julho 14, 2012

Luís Norberto Lourenço entrevistado na Rádio Elvas sobre o livro "Manifestos contra o medo"

terça-feira, julho 10, 2012

BM de Portalegre acolhe apresentação de “Manifestos contra o medo: antologia de uma intervenção cívica”


A Casa Comum das Tertúlias, a Presidente da Câmara Municipal de Portalegre e o autor convidam V.ª Ex.ª para a apresentação do livro "Manifestos contra o medo: antologia de uma intervenção cívica", de Luís Norberto Lourenço, com prefácio do Dr. Luís Raposo (Director do Museu Nacional de Arqueologia), editado pela Casa Comum das Tertúlias. A apresentação estará a cargo do Dr. José Carlos Casaquinha (Enfermeiro-Chefe na ULSNA-EPE). Decorre a apresentação na Biblioteca Municipal de Portalegre, no dia 14 de Julho de 2012, pelas 21h 30m. Entrada livre.


Esta é a terceira apresentação do livro, depois de Castelo Branco, Algés e Caldas da Rainha.

Tertúlia de apresentação do livro

“Manifestos contra o medo: antologia de uma intervenção cívica”
de Luís Norberto Lourenço
prefácio de Luís Filipe Raposo



edição: Casa Comum das Tertúlias
Colecção “Rosa Sinistra”



na Biblioteca Municipal de Portalegre
a 14 de Julho de 2012 (sábado)
pelas 21h 30m



Com presença do autor.
Apresentação por: 
Dr. José Carlos Casaquinha (Enfermeiro-Chefe na ULSNA-EPE)



Organização:
Casa Comum das Tertúlias



Apoio a esta apresentação:
Câmara Municipal de Portalegre
Biblioteca Municipal de Portalegre

O convite e o cartaz foram elaborados por Hugo Domingues.

Do Prefácio:

De valores se trata ainda em tempo de indisciplina interior e de arrogância sobre os outros e sobre o passado. Neste particular e devido à sua formação em História, Luís Norberto dá-nos especiais ensinamentos. “Se há lição que a História nos ensina é a da não esquecer as lições do passado” – diz-nos a certo passo, e mais uma vez fica este arqueólogo/historiador que abaixo se assina reconfortado nas suas idênticas convicções.
Luís Raposo


"É uma escrita lúcida, sem peias nem amarras, inteligente, inquiridora e dialogante." 
Teresa Sá Couto
http://comlivros-teresa.blogspot.pt

O autor:

Luís Norberto Fidalgo da Silva Trindade Lourenço nasce em Castelo Branco a 27 de Agosto de 1973, onde conclui o Ensino Secundário na Escola Secundária de Nuno Álvares. Licenciatura em História: ramo científico (1995-1999), pela Universidade Lusíada de Lisboa. Pós-graduação em Educação e Organização de Bibliotecas (2011), pelo Instituto Politécnico da Guarda. Frequentou ainda a Licenciatura em Economia, na Universidade Lusíada de Lisboa, frequentou até ao IV Semestre a Pós-graduação em Ciências da Informação e da Documentação, na Universidade Fernando Pessoa do Porto, no âmbito da qual realizou estágio curricular na Biblioteca Municipal de Castelo Branco. Inicia em Lisboa a sua intervenção cívica, com a participação no Congresso “Portugal Que Futuro” (1994) e militância partidária em 1993, na JS e no PS, sendo co-fundador do boletim “Rosa Sinistra” do núcleo de Belém (concelhia de Lisboa) desta juventude partidária. Participou activamente nos Estados Gerais do PS (1994/95). Sócio da Sociedades dos Amigos do Museu Francisco Tavares Proença Jr. (desde 2003). Integrou a Direcção do Clube de Castelo Branco (2005/07). Sócio efectivo da BAD – Associação Portuguesa de Bibliotecários, Arquivistas e Documentalistas (desde 2011). Tem escrito em vários fanzines, jornais e revistas, locais e nacionais, portuguesas e espanholas, blogues e em vários fóruns na Internet. Tem 9 anos de experiência docente no 2.º ciclo do Ensino Básico. Funda em 5 de Outubro de 2001 a Casa Comum das Tertúlias (CCT). A 5 de Outubro de 2005 funda a “Tertuliando – Fanzine da Casa Comum das Tertúlias”, publicação que edita e de que é Director. Da sua autoria: “Auto de arrolamento dos bens existentes na egreja matriz da freguesia de Penamacor, concelho do mesmo, distrito de Castello Branco, realisado no dia 6 de Julho de 1911", apresentação, transcrição e notas por Luís Norberto Lourenço, Castelo Branco: Casa Comum das Tertúlias, 2010, Colecção: "Papéis de sexta", 2”



O apresentador:
José Carlos Casaquinha, tem 55 anos. Enfermeiro-Chefe na ULSNA-EPE. Especialista em Saúde Comunitária. Especialista em Gestão de Unidades de Saúde. Pós-graduação em Direito do Envelhecimento. Doutorando em Psicologia (a elaborar tese doutoral). Co-fundador e Presidente da Associação de Saúde Mental Partilhar Afectos (2009). Co-fundador da Confraria da Dieta Mediterrânica, (2003). Co-Fundador do Núcleo Regional de Portalegre da Sociedade Portuguesa de Aterosclerose (2000). Vice-presidente da ULCUS – Centro de Estudos e Investigação em Feridas (2012), Secretário da AG da ELCOS Sociedade de Feridas (2012). Membro da Direcção Regional do Sindicato dos Trabalhadores da Função Pública do Sul e Açores. Funda com Luís Norberto Lourenço a iniciativa cívica e cultural “Espaço Tertúlia”, em Portalegre, em 2002.



O livro:


Origem dos textos publicados na imprensa: “Rosa Sinistra”, “Raia”, “Público”, “A Página da Educação”, “Baril”, “Diário do Alentejo”, “Diário Regional de Viseu”, “Diário As Beiras”, “Diário XXI”, “O Distrito de Portalegre”, “Fonte Nova”, “Gazeta do Interior”, “Gazeta de Sátão”, “Imenso Sul”, “Jornal do Centro”, “Jornal do Fundão”, “JF Jovem” (Suplemento do “Jornal do Fundão”), “La Tertulia”, “Notícias da Covilhã”, “O Interior”, “O Malhadinhas”, “Porta da Estrela”, “Povo da Beira”, “Reconquista”, “Sumário”, “Tertuliando – Fanzine da Casa Comumdas Tertúlias” e “Rádio Juventude”.


As edições da CCT:
A Casa Comum das Tertúlias edita desde 5 de Outubro de 2005 a publicação “Tertuliando – Fanzine da Casa Comum das Tertúlias”, de que foram publicados oito números.
Em 2009 a CCT editou “Oda para quedarse en el corazón de António Salvado seguida de otros escritos" / Alfredo Pérez Alencart; apresent. António Lourenço Marques; colab de Andreia Roque. - Casa Comum das Tertúlias: Castelo Branco, 2009. - ISBN: 978-989-96187-0-1.
Em 2010 saiu “Auto de arrolamento dos bens existentes na egreja matriz da freguesia de Penamacor, concelho do mesmo, distrito de Castello Branco, realisado no dia 6 de Julho de 1911", apresentação, transcrição e notas por Luís Norberto Lourenço, Castelo Branco: Casa Comum das Tertúlias, 2010, Colecção: "Papéis de sexta", 2”.
Em 2011 lança nova iniciativa editorial a colecção “Rosa Sinistra”.
Já em 2012, edita o caderno ‎"Museus da Raia: Um documento para a história da cooperação transfronteiriça e outros textos" de José Miguel Santolaya; com textos de Ana Mercedes Stoffel, António Lourenço Marques, António Salvado, Maria Ángeles González Recio. Obra inserida na colecção “papéis de sexta”, com o n.º 3, edição coordenada por Luís Norberto Lourenço, Pedro Miguel Salvado e Sérgio Pereira. A mesma foi distribuída durante o IV Mouseion, que aconteceu em Alcántara e Malpartida de Cáceres, de 20 a 22 de Abril de 2012.



A colecção:
A Casa Comum das Tertúlias inicia com este livro uma nova iniciativa editorial, esta nova colecção, a “Rosa Sinistra”, acolherá títulos assumidamente de intervenção, não sendo ideológica, não é certamente apolítica, não abrimos mãos da defesa de alguns valores: a República, a Democracia e o Laicismo.



Onde pode ler o livro?
O livro está disponível ao público, nos seguintes locais: Biblioteca Nacional de Portugal, Biblioteca Nacional de Espanha, Biblioteca da BAD, Biblioteca Geral da Universidade da Beira Interior (Covilhã), Biblioteca Geral da Universidade do Algarve (Faro), Biblioteca Geral da Universidade Fernando Pessoa (Porto), Biblioteca da Universidade Lusíada (Lisboa), Biblioteca Victor de Sá da Universidade Lusófona (Lisboa), Biblioteca Central da Universidad da Extremadura (Cáceres, Espanha), Biblioteca da Universidad de Salamanca (USAL), Biblioteca Geral da Universidad Pontificia de Salamanca (UPSA), Real Gabinete Português de Leitura do Rio de Janeiro (Brasil), Gabinete Português de Leitura do Recife (Brasil), Biblioteca da Escola Superior de Educação do Instituto Politécnico de Castelo Branco, Biblioteca Municipal de Algés (Oeiras), Biblioteca Municipal dos Olivais/Bedeteca (Lisboa), Biblioteca Municipal de Mafra, Biblioteca Municipal de Castelo Branco, Biblioteca Municipal Eugénio de Andrade do Fundão, Biblioteca Municipal de Nisa, Biblioteca Municipal de Portalegre, Biblioteca Municipal de Coimbra, Biblioteca Municipal de Viseu, Bibilioteca Infantil y Juvenil de Can Butjosa (Catalunha, Espanha), Biblioteca da Junta de Freguesia da Cruz Quebrada - Dafundo (Oeiras), Biblioteca do Museu Nacional de Arqueologia, Biblioteca D. Fernando de Almeida do Museu Francisco Tavares Proença Júnior (Castelo Branco), Biblioteca do Museu Arqueológico do Fundão, Biblioteca do Museu do Trabalho de Setúbal, Biblioteca do Museu Provincial de Cáceres, Biblioteca do Museo Vostell de Malpartida de Cáceres, biblioteca do Museu Etnográfico Extremeño “González Santana” de Olivenza, Biblioteca da Fundação Mário Soares (Lisboa), BECRE do AE Ibn Mucana de Alcabideche (Cascais), BECRE do AE Elias Garcia da Sobreda (Almada), BECRE do AE Pataias (Alcobaça)...

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