Este "blog" é a versão "on-line" da fanzine "Tertuliando", publicada pela Casa Comum das Tertúlias. Aqui serão publicados: artigos de opinião, as conclusões/reflexões das nossas actividades: tertúlias, exposições, concertos, declamação de poesia, comunidades de leitores, cursos livres, apresentação de livros, de revistas, de fanzines...
Fundador e Director: Luís Norberto Lourenço.
Local: Castelo Branco.
Desde 5 de Outubro de 2005.
ISSN: 1646-7922 (versão impressa)
mantenido en este viejo castillo roquero espiritual
de mi dorada Salamanca, lejos de la feria
de las vanidades.”
Unamuno a Rubén Darío
Programa:
Día 3, miércoles
19,30 h Inauguración
Alfonso Fernández Mañueco, Alcalde de Salamanca
Lectura de poemas
Miguel de Unamuno (en voz propia y en voz de José María Sánchez
Terrones)
José Pulido (Venezuela)
Miguel Velayos (España)
Pablo de Tarso Correia de Melo (Brasil)
Basilio Belliard (República Dominicana)
Héctor Ñaupari (Perú)
Reinaldo García Ramos (Cuba)
Gabriel Chávez Casazola (Bolivia)
Teatro Liceo. Sala de la Palabra
Día 4, jueves
10,00 h Visita de los poetas invitados a la Casa Museo-Unamuno y a la
Biblioteca Histórica de la Universidad de Salamanca
12,00 h Presentación de libros
Misto códice / Códice mestizo de Paulo de Tarso Correia de Melo, y
Aldravias a cinco vozes / Aldabas a cinco voces, de Edir Meirelles, Marcia
Barroca, Messody Benoliel, Jucara
Valverde y Luiz Gondim. A cargo de Hugo Milhanas Machado y Fernando Gil Villa, poetas
y profesores de la Usal.
Centro de Estudios Brasileños (CEB)
Se obsequiarán ejemplares de los poemarios
19,30 h Lectura de poemas
Rafael Soler (España)
Juan Ángel Torres Rechy (México)
Aníbal Fernando Bonilla (Ecuador)
Santiago Redondo Vega (España)
Nicolau Saião (Portugal)
José Amador Martín (España)
Leerán un poema: Verónica Amat, Juan Carlos López, Andrea Patricia
Naranjo (Colombia), Carmen Bulzan (Rumanía),
Edir Meirelles, Marcia Barroca, Messody Benoliel y Jucara Valverde
(Brasil)
Un libro de Luís Norberto Lourenço, por Alfredo Pérez Alencart, publicado em "O Figueirense"
Na continuação de texto publicado esta quarta-feira em Espanha (aqui), agora em Portugal, em "O Figueirense", na edição de hoje, o escritor e professor da Universidade de Salamanca (USAL), Alfredo Pérez Alencart, volta a referir-se ao livro "Manifestos contra o medo: antologia de uma intervenção cívica":
"Contra El Miedo Social", por Alfredo Pérez Alencart
Divulgamos texto "Contra El Miedo Social", republicado no SCRIBD, que o escritor Alfredo Pérez Alencart publicou ontem na sua coluna semanal "Sembradío" em "El Adelanto de Salamanca", a pretexto da apresentação do livro "Manifestos contra o medo: antologia de uma intervenção cívica" (ver aqui), na Tertulia Rona Dalba.
"Cartografía de las revelaciones", de Alfredo Pérez Alencart (1962- ), pinturas de Miguel Elias, é uma co-edição de Editorial Verbum (Madrid) e Trilce Ediciones (Salamanca), 2011. N.º 7 da colecção "Los Confines". ISBN: 978-84-7962-703-4.
Realiza-se o "VIII Encuentro de 'Los Poetas Y Dios' ", em Toral de Los Guzmanes (León, Castela e Leão, Espanha), a 14 e 15 de Outubro de 2011.
A organização é da "Asociación Cultural Evangélica 'Eduardo Turrall' " e "Centro Evangélico de Actividades de Toral", sob coordenação de Alfredo Pérez Alencart.
Entre os poetas participantes estará o poeta António Salvado, homenageado no encontro.
Acaba de ser publicado um livro de homenagem ao pintor José S. Carralero (Cacabelos, León, 1942 - ).
O livro "El Paisaje Prometido: Sesenta y ocho poetas del mundo para un pintor de Casilla y Léon", foi idealizado e editado por Alfredo Pérez Alencart, inclui pinturas e aguarelas de José S. Carralero, é a 1.ª edição, publicada em Salamanca pela "Sociedad de Estudios Literarios y Humanisticos de Salamanca" (SELIH) em 2010. O ISBN: 978-84-95850-30-3.
Os textos da obra são da autoria de escritores de vários paises: Jesús Hilário Tundidor, Nancy Morejón, Satoko Tamura, Vasco Graça Moura, Jesús Fonseca, Luís González Tosar, Antonio Colinas, António Salvado, Cho Seung-hui, Verónica Amat, Andrés Quintanilla Buey, Reynaldo Valinho Alvarez, Jacques Ancet, Ricardo González Vigil, René Arrieta, Óscar Rodriguéz, Kate H. Churm, Leopoldo López Samprón, Edda Armas, Miguel Elías, Antonio González-Guerrero, José Ledesma Criado, Luis López Anglada, Rafael Mendoza, Ángel García López, Hugo Montes, Ilia Galán, José Alfredo Pérez, Antonio Cilloniz, Luis García-Camino, Albano Martins, Enrique Villagrasa, Pedro Tarquis, Álvaro Mata, Luís Frayle Delgado, Juan Carlos Galeano, Isabel Pavón, Juan Velasco Plaza, Angélica Tanarro, L. A. Duarte-Herrera, Josefina Verde, José Antonio Funes, Francisco Maurial, Carmen Cristina Wolf, Mario Alonso, Carlos Nejar, Harold Alvarado Tenorio, Yohanes Manhitu, Miguel Aguilar Carrillo, Enrique Viloria Vera, Xhevdet Barjat, Marcelo Gatica, Delfina Acosta, Saturnino Alonso, Jacobo Rauskin, Miro Villar, Pío E. Serrano, Alonso Requejo, Jose María Muñoz Quirós, Araceli Sagüillo, Herbert Becher, Carlos Aganzo, Juan Ignacio Arancibia, António Osório, Dan Greenwald, Ramón Palomares, Florencio Mamani, Abdul Hadi Sadoun e Alfredo Pérez Alencart.
Um belo livro e mais uma obra a cargo do imparável professor da Universidade de Salamanca Alfredo Peréz Alencart, os livros que escreveu, as obras que prefaciou e as antologias tem vindo a editar são incontáveis.
Este encuentro, que permitirá que la ciudad de Salamanca reconozca la calidad poética del país de Camoes y Pessoa, se celebrará los días 8 y 9 de octubre Como es tradición en el Encuentro de Poetas Iberoamericanos el homenajeado estará acompañado por otros catorce poetas.El concejal de Cultura, Julio López, y el coordinador del encuentro, Alfredo Pérez Alencart, han presentado esta actividad cultural. Retirado daqui.
O Encontro de Poetas Ibero-americanos, que se realiza anualmente na cidade espanhola de Salamanca, terá este ano Portugal e o poeta António Salvado como protagonistas. A Câmara de Salamanca (Ayuntamiento) vai homenagear o poeta natural de Castelo Branco e, desta feita, Portugal num evento onde Salvado acompanhará outros 14 poetas que são tradicionalmente convidados a deslocar-se a Salamanca. O encontro anual que se realizará nos dias 8 e 9 de Outubro permitirá a Salamanca “reconhecer a qualidade poética do país de Camões e Pessoa”, segundo o anúncio feito no portal oficial da Câmara da cidade. Segundo o seu coordenador, o poeta hispano-peruano Alfredo Pérez Alencart, o encontro “terá efeitos duradouros no coração do povo lusitano, porque Salamanca continua a ser altamente valorizada em Coimbra, Porto, Lisboa e demais enclaves culturais portugueses”. Alfredo Pérez Alencart, professor da Universidade de Salamanca, está a concluir a tradução de uma ampla antologia bilingue (português e espanhol) da obra de Salvado, sob o título “A Hora Sagrada”, que incluirá ainda versos de alguns dos poetas convidados para o encontro do próximo mês de Outubro e obras do pintor salmantino Miguel Elías. O Encontro de Poetas Ibero-americanos, que conta com a colaboração da Fundação Caminho da Língua Castelhana, homenageou, em edições anteriores, países como o México, Brasil, Cuba e Chile, entre outros. Nesta XIII edição participarão, entre outros autores espanhóis, o último Prémio Nacional de Poesia, Juan Carlos Mestre, bem como os poetas latino-americanos Isel Rivero (Cuba), Ernesto Román Orozco (Venezuela), Boris Rozas (Argentina), Marcelo Gatica (Chile) e os colombianos Harold Alvarado Tenorio, Juan Carlos Galeano y Rómulo Bustos Aguirre. A língua portuguesa, para além de António Salvado, estará ainda representada pelo brasileiro Carlos Nejar e pelo português António Osório, que encerrará o encontro com uma leitura. António Forte Salvado, referido como um “claro humanista”, desempenha actividades variadas, que vão desde a direcção de museus e revistas, a tradutor e ensaísta de temas etnológicos e é licenciado em filologia românica pela Universidade de Lisboa. Nos seus 55 anos de vida literária publicou 56 livros de poesia, para além de diversas antologias da sua obra, traduzida em francês, espanhol e japonês.
1) La paz también se mantiene con sonoras muestras de repulsa. Palomas y olivos no son suficientes. 2) Buscarán arrebatarte todo, pero nunca obtendrán la resonancia de tu eco. 3) La tolerancia no debiera ser motivo de asombro, salvo cuando esté vacía de contenido o se aleje de lo justo. 4) Tuérzanle el cuello a la nodriza del odio. 5) No olvides nunca que sagrada es la hospitalidad y bienaventurados quienes la practican. 6) El humor humaniza al hombre. 7) Tanto humo sólo permite que atisbes sombras de la realidad. 8) Amarra la enorme exhibición de tu ego. Mejor todavía: ponle grilletes a su esqueleto. 9) La pintura, como la poesía o la música, es lenguaje de libertad. 10) No establezcas fronteras o clasificaciones, ni siquiera en tu trato con los demás. 11) Hablar de lo justo, de aquello que dignifique a todos los hombres. 12) Solo ante mi mujer. El deseo ya existe sobre la carne, mientras que el alma es intensamente irrepetible, de inmensidad a inmensidad la estela de sus viajes íntimos. Mujer, imperio de mi sobrevivencia. 13) Deja de perseguir séquitos. 14) ¡Afina tus ejemplos pues, en su preñez, darán sentido a la médula del mayor convicto: aquel que resultó el Elegido!
15) Si veis que las uvas agrias se fermentan, os ruego apartar los labios de su vino: no sea que la ponzoña del odio ingrávido embriague la conciencia de los que auxilian.
(*) Por: ALFREDO PEREZ ALENCART
(Escritor y profesor de la Universidad de Salamanca)
No te tengas en mucho ni menosprecies las cosas pequeñas: sostenido de necedad resulta tal proceder.
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Sólo cuando creas de verdad te acordarás de Getsemaní y sabrás no irte por las ramas. Entonces un trozo de pan y unas gotas de vino alimentarán tu espíritu, protegiéndote de ofensas e iniquidades.
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Siempre quedan vestigios allí donde se levantó un altar para el amor.
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Ninguna seguridad es perfecta, pues cualquier situación adversa puede alterar tu templanza. Procura mantenerte firme aun cuando lluevan los elogios.
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Dispón sólo de una piedra en tu honda primitiva.
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Volar como búhos sobre la negrura de la noche. Tal el deseo de capturar albas que alarguen los cortos días de la existencia.
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No pongas escollos a tus sentimientos o imaginación, pero tampoco tengas urgencias al escribirlos. A la hora de publicarlos sé más lento aún.
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Defiende el legado de tus maestros y haz arder sus textos de menor provecho. Así evitarás diligentes exhumaciones para provecho de necrófilos.
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Santidad sólo la de quien sube al trono de la humildad y llega al amor de los Evangelios (al regazo de los desprotegidos), transpirando esperanzas en medio del fangal.
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¿No será que estamos ante un prolongado equívoco? ¿Y si es en vida como acaba la muerte?
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Cada instante que transcurre es ya el pasado que nos envuelve.
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Oirás crujidos de dientes cuando los envidiosos constaten que su ponzoña no paralizó tu corazón.
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Perdura la memoria de la infancia en todos los años que vive el hombre.
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Nada es imposible para las huestes del horror. Quienes detentan el poder absoluto enseñan los dientes de perro antes de desatar su huracán de crueldades.
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El poeta va recogiendo maravillas.
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Acógete siempre a la poco común sabiduría. Cierto que hay falsarios cuyos arrebatos aplaude la multitud, pero tú transita por el magma que remueven los sabios.
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El fanatismo religioso es una peligrosa pérdida de equilibrio emocional que -con saña- busca dañar otros muchos capiteles del barro humano.
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No me gustan los sepulcros blanqueados ni que me pongan lápidas encima.
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¿Es excesivo o insuficiente este girar de las agujas? La perfección del tiempo torna inútil detenerlas. Y es que tampoco sostienes ningún reloj en tus manos vacías.
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Podrás tener un millón de pensamientos pero sólo uno irrumpirá en tu corazón.
*Por: A. P. Alencart
Nota editorial:
Alfredo Pérez Alencart nasceu em Puerto Maldonado, Perú (1962). Poeta e ensaista peruano-espanhol. É desde 1987 profesor de Direito do Trabalho da Universidade de Salamanca e membro da "Academia Castellana y Leonesa de la Poesía".
Miguel Elías naceu em Alicante, Espanha (1963). Pintor e professor. É Licenciado e Doutor em Belas Artes pela Universidade de Salamanca.
Este texto, com a respectiva ilustração, foi originalmente publicado aqui.
Estás advertido: la bonanza puede ser un espejismo y si explosiona te arrancará aquellos atavíos que no te corresponden.
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El Eros completa al hombre. Pero nada de empalagos: basta el entremés de la sugerencia.
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Recordad que fueron los profesionales de la religión quienes alentaron la crucifixión del Amado galileo. También ellos dieron orden para la segunda muerte de Lázaro, en su burdo empeño por borrar las huellas del milagro.
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Su lengua deletrea mentira tras mentira. Se encorva, pero sigue profiriendo mentiras.
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Él sólo descansa el día que no oye voz de auxilio ni dolor ajeno.
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La ignorancia es paja seca para que prospere la barbarie. Su antídoto suele ser la educación. Pero no siempre: ahí está esa mayoría del educado pueblo que siguió a Hitler.
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¿Practican la infamia o prevarican contra ti? Los destrozadores sólo hallan corrección cuando les traspasa el ojo del huracán.
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Cuánta verdad destilas, querido Tácito: “El oro y las riquezas son las causas principales de las guerras”. En toda época las ínfulas de los cuatreros han pretendido cotizar al alza. Su pregón de libertades deriva del deseo de demostrar su fuerza para cribar derechos elementales o despojar los escasos recursos naturales que detentan los humildes. Su codicia es infinita: ella impulsa a podar cabezas, a dejar marchitos otros pueblos, a abandonar los huesos apilados tras latrocinios y atrocidades.
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Lo que tú deseas no es la realidad, pero es evidente que existe la realidad de los deseos.
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Torpe mente aquella que escudriña los Mandatos sin abrir su corazón. Husmea pero no Ama; se expresa con soltura pero en su hogar no duerme nadie.
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Una forma de simulación: “¡Péinate, que ya llegan los invitados!”.
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Debes estar dispuesto a pagar el precio por no considerar como perdidas las causas justas.
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Lo cursilón no fortifica el espíritu del hombre ni es pan saludable la pleitesía.
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Reconócete poblado de limitaciones.
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Te has entregado al torbellino del mundo; te estás consumiendo en su confusión, en el frenético maratón por adquirir y ostentar lo innecesario. ¿Qué impide ahora que enloquezcas y ataques con furia a quienes claman justicia para los desposeídos?
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Las promesas cotidianas se olvidan o no se cumplen, pues su brote se debe sólo al afán de poder. También a la incontenible posesión de un cuerpo o una fila de cosas.
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Honesto sólo el corazón que repudia el alto mal que extendió Caín, la violenta mano que pierde los estribos o las monedas que pagan la vanidad del mendicante hombre rico.
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Ante el abuso, ni callar ni mentir: sumo ejercicio.
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La ingratitud es la desgarradura mayor que sufre el bondadoso. La practican quienes tienen torcido el corazón.
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Todo fiel creyente lo será si es libre (y no impostada) la profesión de su fe.
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Dentro el pulso inapagable del mundo vierte todas tus contradicciones. Íntimamente es posible, tal como se lava el alma tras los vendavales.
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¿Qué ahora deseas emigrar en búsqueda de trabajo? Difícil atisbo tu aventura, pues acostumbrado estabas a que te sirvieran. Te creíste superior al siervo que con desdén aceptabas.
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Braveza sólo para no avergonzarse de ayudar y de ser consecuente con lo que pregonas.
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A veces hasta sentir se considera crimen o pecado.
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Todas las patrias son mías. También todos los siglos. Por ello me considero compatriota de Horacio y de Baquero, de Tagore y de Basho. Juan de Yepes, Milton y Rilke son mis contemporáneos y a Vallejo lo visito en París todos los jueves. Olga Orozco y Circe Maia son mis hermanas porque nacieron poetas en mi casa que es el mundo y es el exilio.
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Estamos hechos para recomenzar bajo una oración eterna.
*Por: A. P. Alencart
Nota editorial:
Alfredo Pérez Alencart nasceu em Puerto Maldonado, Perú (1962). Poeta e ensaista peruano-espanhol. É desde 1987 profesor de Direito do Trabalho da Universidade de Salamanca e membro da "Academia Castellana y Leonesa de la Poesía".
Miguel Elías naceu em Alicante, Espanha (1963). Licenciado e Doutor em Belas Artes pela Universidade de Salamanca.
Este texto, com a respectiva ilustração, foi originalmente publicado aqui.