fanzine Tertuliando (On-line)

Este "blog" é a versão "on-line" da fanzine "Tertuliando", publicada pela Casa Comum das Tertúlias. Aqui serão publicados: artigos de opinião, as conclusões/reflexões das nossas actividades: tertúlias, exposições, concertos, declamação de poesia, comunidades de leitores, cursos livres, apresentação de livros, de revistas, de fanzines... Fundador e Director: Luís Norberto Lourenço. Local: Castelo Branco. Desde 5 de Outubro de 2005. ISSN: 1646-7922 (versão impressa)

segunda-feira, maio 04, 2009

Lobato versus Minotauro

Ele pode ter sido um dos escritores mais brilhantes no seu país de origem, mas em Portugal ninguém o conhece, mas se falarmos no Sítio do Picapau Amarelo já podemos traçar o mapa. Ele criou como ninguém uma boneca com uma língua de trapo, um sabugo de milho que inalava todos os livros da estante exaltando cultura e chatice da brava, numa última palavra "Visconde de Sabugosa "não tinha piada nenhuma. Hoje quiz voltar ao Sítio do Picapau Amarelo, por diversas razões, não só pelas leituras feitas da revisa de quadradinhos que comprava religiosamente, mas porque seguia asérie. Hoje decidi voltar de uma outra forma entrar em contacto com a literatura e a história. A obra que vos proponho hoje a ler chama-se o Minotauro. A curiosidade sobre esta obra tem tudo a ver sobre aquilo que acabmos de falar a junção entre a litertura infantil e a cultura clássica. nOs últimos meses tenho-me dedicado a investigar este autor contactnado não só autores, investigadores que se têm debruçado sobre as obras de Monteiro Lobato ligadas ao ciclo do Sítio do Picapau Amarelo. O Sítio por excelência, é o sítio da Emília que já falamos é ela avoz do autor, é ela que diz as piadas que diga Lia Cupertino Duarte que fez uma tese so-bre o humor de Monteiro Lobato e descortinou diversas obras, depois há outros que se debruçaram nas fábulas lobatonianas. E todas as suas obras onde há um cunho pessoal vê-se que são personagens com sede de conhecimento. Daí que seja necessário interver com um curso desta envergadura: Bibliotecas imaginárias de Monteiro Lobato.

Vem no seguimento da obra Lobato: Livro a Livro organizado por Marisa Lajolo e João Carlos Cercantinin, depois de uma análise mais detalhada vê-se que nãosó de livros se fala, como também das edições de livros do próprio autor . AS Biblioteca simaginárias surgem na onda deuma obra série daquelas definições que se assemelha a contextos da época , mas porque não falar de livros que saiem de livros de personagens que querem conhecer um universo mítico, tão mítico como a Utopia de Thomas More. Vale a pena descobri-lo numa aventura junto da grècia Antiga. O mote é o rapto da cozinheira de Dona Benta, Tia Anástacia? Para a Grécia Antiga, mais uma vez a boneca se decide aventurar numa das suas hipóteses. A cozinheira é o petisco do monstro grego Minotauro, até porque diz ela "Uma cozinheira tem todos os condimnentos necessários a um bom banquete (...)"Se a boneca tem ou não coração isso é uma outraquestão que se propõe para outro dia, mas a Grécia e o Sítio parecem-me duas propostas bem sucolentas para trincarmos os famosos livros propostos por Monteiro Lobato que nos chegam à mesa do pequeno almoço. À medida que vamos lendo, comemos o livro e alimentamo-nos. Lá razão este escritor tinha naquilo que dizia, basta seguirem a Seta e irem até SEtúbal par um curso sobre bibliotecas imaginárias. Será que elas serão assim tão distantes ou será que estraão bem presentes? Para isso deixo-vos uma outra proposta "Coração de Tinta" tem uma temática muito idêntica às histórias de Monteiro Lobato. Criatividade não lhes falta.

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